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Roberto Anderson fala sobre o site ‘Rio Arte Cidade’, que mapeia e contextualiza monumentos expostos em espaço público

15 de fevereiro de 2013
O que achou da inciativa de mapear, catalogar e sinalizar a arte urbana no Rio de Janeiro?
R – Muito importante. Já há uma tradição de cuidar de edificações importantes para a história da cidade, mesmo que com alguma dificuldade de se mante-los em bom estado de conservação. Mas me parece que jardins e monumentos ainda não têm o devido cuidado.
Qual é a sua opinião sobre a realização da primeira fase do site Rio Arte Cidade? 
R – Acredito que foram capazes de selecionar monumentos bastante significativos, incluindo esculturas de artistas contemporâneos que se encontram no espaço público.
Em sua opinião qual é o maior desafio do projeto?
R – Acredito que o maior desafio de qualquer site é se manter ayualizado e respondendo ás demandas do público.
Acha que o projeto vai atender mais a qual tipo de público, turistas ou locais?
R – Turistas poderão ser atendidos com certeza. mas acredito que há um grande interesse entre os moradores da cidade pela história da mesma. É comum encontrarmos fotos e gravuras do Rio antigo em escritórios e consultórios, o que demonstra um carinho grande pela história do Rio, mas que talvez ainda não se traduza num alerta quanto à perda dessa história no presente.
Gostaria também de saber o por quê da escolha do local em que foi entrevistado para o site e como foi a entrevista com os realizadores. 
R – Não sei ao certo o critério para a seleção dos entrevistados e dos locais a que foram relacionados. No meu caso, como há um certo conhecimento de que trabalho na área de Patrimônio, isto deve ter influenciado a escolha do chafariz do Mestre Valentim, o que muito me satisfez.

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