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Começa a contagem regressiva para os Jogos Olímpicos de 2016

12 de agosto de 2012

Grande Cia Brasileira de Mystérios e Novidades dá as boas vindas aos anos pré-olimpicos no Rio

A concessionária Porto Novo realizou neste domingo, 12 de agosto, uma grande festa na Praça do Jornal do Commercio, ao lado do Cais da Imperatriz, para comemorar o encerramento das Olimpíadas em Londres e dar as boas-vindas às olimpíadas que vão acontecer no Rio de Janeiro em 2016.

A festa que reuniu cerca de 300 pessoas, contou com a presença de Fernando Scherer, o Xuxa, um dos grandes nomes da natação do Brasil e medalhista olímpico, que falou aos presentes sobre superação e garra olímpica. Xuxa também se emocionou quando mostrou para ao público a medalha de bronze conquistada nas Olimpíadas de Sidney em 2000.

-Acho importante este tipo de iniciativa porque aproxima a comunidade dos jogos olímpicos e traz aos nossos futuros atletas a chance de poder sonhar em serem representantes do Brasil no maior evento de esportes do mundo – declarou Fernando Scherer.

O diretor-presidente da concessionária Porto Novo, José Renato Ponte, esteve presente no evento e lembrou que a finalidade da festa realizada pela Porto Novo foi comemorar junto com os cariocas um dia muito importante, pois a partir deste dia estamos começando efetivamente a contagem regressiva para 2016. De acordo com ele, as obras estão a todo vapor e, em 2016, o Porto do Rio estará pronto para receber de braços abertos as olimpíadas.

– A revitalização da Região Portuária será um grande legado para a população carioca. Já temos um ano de obras e estamos trabalhando para que esteja tudo pronto para 2016 – afirmou  José Renato.

Além da presença do medalhista olímpico, as crianças puderam participar da oficina de circo e slackline, show de mágica e de pernas de pau com o grupo Grande Companhia Brasileira de Mysterios e Novidades, além de um espetáculo de teatro com a companhia Fanfarra Carioca. Os aqualoucos e os contadores de histórias apresentaram curiosidades sobre as olimpíadas e brincaram com o público.

A cerimônia de encerramento foi transmitida ao vivo e a emoção foi contagiante quando o hino nacional foi tocado. Gabriel Catalino, morador do bairro da Saúde, disse que está de braços abertos para receber as olimpíadas:

– Nós temos tradição no esporte e poder fazer esta festa aqui no Rio de Janeiro é uma emoção muito grande. Nós temos o país mais bonito da terra, com as pessoas mais simpáticas e sem dúvida, vamos fazer a melhor olimpíada que o mundo já viu – afirmou.

A noite terminou com música ao vivo e dança na Pedra do Sal.

A volta do cineclube na Providência

27 de junho de 2012

João Guerreiro analisa o retorno do cineclube na Casa Amarela e convida a todos para o Arraiá Providencial

Depois de mais de um ano, no último sábado, 23 de junho, conseguimos voltar com o Cineclube sob nova direção e nome: Cineclube Morro da Favela. Conseguimos uma caixa de som amplificada emprestada e, que bom – era leve – carreguei-a os 162 degraus quase tranquilamente… Resolvemos fazer uma votação para a escolha do filme: “O pequeno Nicolau” ou “Vem Dançar”. O eleito foi “O pequeno Nicolau”.

Divulgação iniciada às 16 horas para a sessão de 18h. Mas, Luciene e Fabiana, que estavam fazendo oficinas de manhã no Espaço de Leituras já haviam iniciado a divulgação. Laje arrumada, lua minguante e… 28 crianças e adolescentes! Pelo prazo de divulgação, um sucesso. Falta de adulto e jovens? Realmente temos que pensar como atraí-los.

Após um pequeno problema técnico, iniciamos a sessão às 19h. Crianças indóceis e lá vem Nicolau: tudo muito melhor que imaginávamos. Todos sentados e comportados. Ninguém falava. – Perfeito, mas cinema  para ser completo só com pipoca, pensei. Desci com o Maurício Hora enquanto Nivea tinha tudo sob controle na laje. Dois pacotes de milho de pipoca estourados, hora de distribuir a pipoca para o público.

Na subida da escada Maurício lembra: – Ih, pipoca no meio do filme… Da última vez deu problema! – Ah, agora tá pronto, vamos lá. Na laje é muito mais tranquilo que no Largo da Escadaria… Depois de 2/3 do filme apresentado chegamos nós e as pipocas. Resultado: um inferno! Guerra de pipoca, guerra de saquinho de pipoca. Saldo: 7 crianças e adolescentes acabaram de ver o filme.

Ah, a Providência, nunca é tranquilo, sempre é gratificante… Pensar em outras estratégias, pois o show tem que continuar… Mas, se cinema e pipoca é formato de diversão da classe média, como construir formatos próprios na Casa Amarela? Não deu para debatermos o filme. Desistir? Só por isso? Que nada, vamos caminhando e aprendendo com eles.

Afinal de contas, agora na Casa Amarela temos incentivo à leitura, literatura e formação de plateia – cinema, fotografia e espaço de leituras. Ah, e apoio pedagógico. Quem diria! Daqui à pouco será chamada de Centro Cultural. Se não fosse o básico, seria quase um luxo. Uma boa semana e dia 14 de julho teremos o 1º Arraiá Providenciá!

João Guerreiro

jguerreiro2@gmail.com

Museu do Corpo de Bombeiros reúne histórias e objetos centenários da corporação

13 de junho de 2012

Todos sabem quem procurar nos momentos de desespero, mas poucos conhecem a história desses profissionais que tanto ajudam a sociedade: os bombeiros. O Museu do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro (CBMERJ), localizado no Quartel Central Marechal Souza Aguiar, no centro da cidade, foi criado há 35 anos para contar, detalhadamente, a trajetória da corporação e a sua evolução.

Criado em 1977, o museu inicialmente era localizado no Quartel do Méier e, somente em 1995, foi transferido para o Quartel Central, ocupando as instalações das antigas oficinas da corporação. O centro cultural ocupa hoje uma estrutura centenária. Em 2006, após restauração, foi reinaugurado como parte dos festejos dos 150 anos da fundação do Corpo de Bombeiros.

Os objetos expostos no museu vão das históricas viaturas do Corpo de Bombeiros até capacetes e coberturas usados pela corporação e por forças militares do Brasil e de outros países. Datada de 1856, aprimeira viatura dos bombeiros, que era de tração animal, faz parte do acervo do museu. Além de uma viatura que foi o primeiro veículo motorizado construído no país e montado nas oficinas da corporação.

Diferente dos dias atuais que com uma simples ligação é possível chamar a corporação para uma emergência, durante muitos anos, as pessoas usavam os avisadores de incêndios – uma espécie de caixa com um botão, que quando apertado, imediatamente acendia uma luz no posto do bombeiro. Um desses avisadores também está em exposição no museu.

A história dos heróis

 Juntamente com o crescimento do Rio de Janeiro, também aumentava o número de incêndios. Para resolver essa questão cada vez mais comum, D. Pedro II, em 1797, criou um Alvará Régio atribuindo a responsabilidade de extinção de incêndios ao Arsenal da Marinha, que tinha um grupo especializado em combater incêndios nas embarcações.

Somente em 1856, por meio de um decreto expedido por D. Pedro II, considerado patrono da corporação, foi criado o Corpo de Bombeiros – originalmente nomeado de Serviço de Extinção de Incêndios. Até1889, acorporação era chamada de Corpo de Bombeiros da Corte. Somente a partir de 1975, passou a ser reconhecida como CBMERJ.

 Segundo o coronel Caldas, diretor do museu, o incêndio que mais marcou o CBMERJ foi o da Ilha do Braço Forte, em 1954, quando 17 bombeiros morreram. Para ele, a evolução do Corpo de Bombeiros está totalmente ligada à história do Brasil. “É muito gratificante poder estar sempre descobrindo novas histórias da corporação”, destaca o coronel, que é bombeiro há 30 anos.

Visitas ao museu

As visitações ao museu são de terça-feira a sábado, das 9h às 17h. Sendo que as visitas guiadas e de até 40 pessoas devem ser agendadas pelo e-mail chcultural@cbmerj.rj.gov.br ou pelos telefones (21) 2333-3133 e 2333-3131.

Sandra Amâncio

smara@eletronuclear.gov.br

A partir de sábado (21/1) trecho da Rua Primeiro de Março será interditado

18 de janeiro de 2012

Prefeitura anuncia início da construção do túnel de acesso à Avenida Binário

Conheça as mudanças na ilustração abaixo:

Mais informações: www.portomaravilha.com.br

Dada a largada para uma grande mudança no cenário carioca

10 de agosto de 2011

Entrevista na íntegra com Eduardo Pettengill, presidente da Porto Novo S.A.

Conheça o perfil da concessionária que administrará o Porto do Rio nos próximos 15 anos

Eduardo Pettengill, diretor-presidente da Porto Novo S.A., que assumiu a região na segunda quinzena de junho, tem nas mãos uma difícil tarefa: reformar 204 ruas que ocupam 5 milhões de m². Além disso, o dirigente falou à Folha da Rua Larga sobre os principais desafios da concessionária que administrará R$ 3.508.013.490,00 provenientes da venda dos Cepacs, na região. Os recursos devem ser aplicados, até 2016, em obras de infra-estrutura urbana e serviços básicos de atendimento a população, como poda de árvore, iluminação e tapa-buracos.

Como se deu a escolha da Porto Novo?

Houve uma licitação da prefeitura para fazer uma PPP administrativa. Foi feito um consórcio de três empresas: Odebrecht, OAS e Carioca Engenharia. Uma vez que elas ganharam essa licitação era por necessidade contratual organizar uma sociedade de propósitos específicos. Eu hoje presido a concessionária Porto Novo, uma sociedade anônima fechada, cujos acionistas são os próprios vencedores da concorrência. Hoje eu presido essa sociedade de propósitos específicos, que é a concessionária Porto Novo. Essa sociedade anônima tem um conselho de administração, ao qual nós somos subordinados, composto pelos três acionistas e nós temos nossa diretoria, composta por diretor-presidente, diretor de operações e diretor financeiro.

Qual foi a ação inaugural da empresa?

A Porto Novo foi composta em novembro de 2010, quando o consórcio venceu a licitação. Desde janeiro estávamos aguardando a ordem de serviço para iniciarmos a operação. Fizemos um planejamento para iniciar as operações e uma pesquisa da área, para fazermos uma gestão de 180 dias, quando estamos assumindo toda a parte de limpeza urbana, coleta de lixo, iluminação, poda de árvore, conservação das vias – calçadas e ruas, enfim, todo esse serviço e controle de tráfego também. Fazemos o controle de tráfego na região apenas como apoio às ações da CET Rio.

Qual é a solução para a limpeza urbana?

Fizemos um contrato de transição com a Comlurb, já para identificar com a nossa marca. A Comlurb adotou o nosso uniforme e esse contrato de transição vai ter duração de até seis meses, até que a gente organize um outro serviço para não sofrer uma interrupção, que prejudicaria muito os usuários da área. Nosso cuidado é de manter a Comlurb na área nessa fase de transição justamente para evitar qualquer descontinuidade na prestação de serviços. Ao término desses seis meses vai acontecer de fato uma substituição da Comlurb por outra empresa do ramo. Fizemos uma operação no King Kong para a população se conscientizar, principalmente em termos de coleta de lixo, para manter aquela área bem limpa. A Comlurb tem um programa muito bem estruturado para essa parte, de esclarecimento da população. Pretendemos manter e reforçar esse programa.

Existe um cronograma?

Estamos fazendo essa gestão de 180 dias, que é uma varredura geral – no sentido figurado – em termos de poda de árvores, iluminação, alinhamento, tapa buracos, todos esses serviços urbanos. Após esse 180 dias vamos manter toda essa parte de conservação da área aguardando então as obras estruturantes, que vão começar por volta de setembro e outubro, e então teríamos uma área totalmente reconstruída em termos de infra-estrutura. No futuro faremos uma conservação dessa nova área, no sentido mais amplo do termo, e garantiríamos essa manutenção.  Uma das prioridades vai ser a parte da Francisco Bicalho, Rodoviária, essa será a obra inicial, a primeira etapa. A segunda etapa seria a reconstrução da Rodrigues Alves, que vamos fazer em cinco etapas. Inicialmente estava prevista para seis anos, a prefeitura quer que a gente faça em cinco. Estamos nos programando, portanto para fazer em cinco anos as obras estruturantes.

Existe alguma ação prevista para conservação do patrimônio material e imaterial?

Essa parte diz respeito a Cdurp (Companhia de Desenvolvimento do Porto do Rio de Janeiro). Inclusive um percentual da venda dos Cepacs, que está financiando toda a parte de serviços e obras. Eles têm uma participação para justamente alocar recursos para todo esse patrimônio material e imaterial dessa área, que é bastante vasto. Vão ser destinados 3% dos recursos obtidos com a venda dos Cepacs para esses fins.

Como se dá a interação entre a Porto Novo e a Cdurp?

A Cdurp é o nosso contratante. Foi criada uma empresa, pela prefeitura, em que a prefeitura é a maior acionista dessa empresa, ela fez a licitação e a contratação do nosso serviço. A Cdurp irá fiscalizar o nosso serviço na área. O nosso projeto, do Porto Novo, é um projeto dentro do Porto Maravilha e o Porto Maravilha envolve outros projetos.

O atendimento à população já está funcionando?

Desde o dia 15 de junho. Estamos com atendimento através do telefone 0800-880-7678 – os quatro dígitos finais formam a palavra Port – presencial e através do site www.portonovosa.com. O atendimento presencial está funcionando provisoriamente na Rua Pedro Álves, 307, Santo Cristo. Estamos organizando a ouvidoria. O 0800 é um serviço operacional. Então o cidadão passa por algum buraco e liga para informar. Já a ouvidoria, por exemplo, o indivíduo reclamou três vezes e não ficou satisfeito? Então teria a ouvidoria para reclamar, como uma segunda instância do 0800. Isso já não seria um serviço operacional, mas um serviço de gestão da empresa que vai investigar por que o setor de operações não atendeu. Estamos recebendo uma média de 7 a 8 ligações por dias, de demandas por serviços. Esse 0800 é só para serviços. Paralelamente a isso tem o 1746 da prefeitura. Quando eles recebem uma ligação que diz respeito a essa área eles passam para a gente. E vice-versa. Se for uma questão de IPTU, ou que não tenha a ver com o nosso escopo, a gente encaminha para eles. Inclusive temos um representante da Porto novo dentro do centro de operações de prefeitura.

Como está o planejamento das obras estruturantes?

Não vou dizer que a nossa obra vai ser um paraíso. Vai causar um certo stress. Mas estamos nos preparando para causar o mínimo transtorno possível. Não vamos simplesmente demolir a perimetral. Com certeza vamos ampliar em 50% a capacidade do tráfego hoje. Estamos fazendo uma via binária, que a gente chama, uma via paralela, com seis pistas, paralela a hoje existente Rodrigues Alves, e só depois começaremos então a fazer a demolição da Perimetral para fazermos uma via expressa onde é a Perimetral hoje. A demolição de parte do elevado da Peritral vai acontecer, portanto, apenas depois que essa via paralela, expressa, for implantada, para que possa absorver o tráfego da Perimetral.

Qual é a área de atuação da concessionária?

Ao sul, da fachada da Presidente Vargas para dentro, é nossa. A oeste, temos a Francisco Bicalho. A Francisco Bicalho toda é da área de concessão. Ao norte, temos toda a Perimetral e Rodrigues Alves que vai da Rodoviária até a Presidente Vargas e a leste temos como limite a Avenida Rio Branco. 5 milhões de m² incluindo os bairros de Saúde, Gamboa, Santo Cristo, Morro da Conceição, Morro do Pinto e Morro da Providência.

Está prevista alguma inovação em transporte público para a região?

A prefeitura está prevendo a instalação de VLT (veículo leve sobre trilho). Ele tem um traçado que pegará toda a área. É intenção da prefeitura que essas duas asas que estariam dentro da nossa área sejam conectadas com as barcas, com o aeroporto e com a Central. Então vai haver uma integração bem grande com esse transporte. Deixaremos o leito preparado. A prefeitura está fazendo o projeto agora, para depois licitar. É um projeto à parte.

Qual é a prioridade da Porto Novo?

A construção da Via Binária. Essa via é paralela a Rodrigues Alves. Nós vamos criar um túnel no Morro da Saúde, Equador, Venezuela, estamos fazendo duas “alças” em frente a Rodoviária para pegar, por essa via paralela e ir para a Ponte Rio Niterói. Na Primeiro de Março vamos fazer um túnel, passado por baixo do São Bento, Praça Mauá, Polícia Federal, Morro da Saúde, Equador. Daí sairão duas vias, com acesso a ponte Rio Niterói. Só depois que tivermos com essa via binária pronta é que começaremos a mexer na Perimetral. A obra está estimada para ser concluída em mais de um ano.

De onde virão os recursos para os serviços operacionais e obras de infra-estrutura?

Da venda dos Cepacs (certificados de potencial construtivo adicional). No plano diretor da cidade do Rio de Janeiro estava determinado, em lei, quanto era permitido construir na região. Por exemplo, em um terreno x, só seria permitido construir até 1.000 m². Foi feita uma nova legislação aumentando esse potencial construtivo local. Todos os Cepacs foram vendidos, em lote único para a Caixa Econômica Federal, assegurando recursos para os próximos 15 anos de obras e operações.

Qual é o maior desafio a ser superado?

Fixar a marca Porto Novo na região e que ela signifique segurança, qualidade, eficiência e conforto para os usuários da área.

sacha leite

sacha@folhadarualarga.com.br

Rios de História promove visitas gratuitas a região da Rua Larga

3 de fevereiro de 2011

O projeto Animando a Rua Larga trará visitas guiadas e apresentações musicais gratuitas ao entorno da Praça Mauá, no Centro do Rio.

O objetivo do projeto, realizado pelo Instituto Cidade Viva em parceria com o Instituto Light, é devolver as luzes para a região, outrora nobre na cidade, e que hoje passa por um complexo processo de revitalização.

Os circuitos históricos também serão gratuitos, realizados a pé e de jipe. Os interessados em participar devem se inscrever através do telefone (21) 2233-3690.

Casario da Avenida Marechal Floriano, a antiga Rua Larga, onde se conservam diversas relíquias da história da cidade

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